Somos resistência em meio a uma sociedade ainda marcada pelo preconceito

“O Dia da Visibilidade Trans para mim é o marco do reconhecimento da minha cidadania, enquanto cidadã de direitos. É o marco do empoderamento de direitos, numa sociedade cis-heteronormativa e patriarcal”. Esse é o sentimento da assistente social Cássia Pereira de Azevedo sobre o dia 29 de janeiro, data em que se comemora a Visibilidade Trans no Brasil. Cássia se apresenta como mulher trans, negra e periférica. E em uma sociedade ainda marcada por sexismo, racismo, transfobia e outras formas de preconceito, Cássia, sem dúvida, é sinônimo de resistência. Trabalhadora do Centro de Cidadania LGBTI Edson Néris, projeto administrado pela UNAS desde 2016, na zona sul de São Paulo (SP), ela atende d

Heliópolis recebe show de Mc Kekel em comemoração aos 466 anos de SP

Pela primeira vez na história das comemorações ao aniversário de São Paulo, Heliópolis recebe uma programação da Secretária Municipal de Cultura. Infelizmente isso só foi possível após as trágicas mortes em bailes funk nas duas maiores favelas de capital - Heliópolis e Paraisópolis. Mas a comunidade mostrou que é possível curtir um baile com alegria e segurança, basta infraestutura e vontade política. O show em Heliópolis em celebração ao #SP466 foi incrível, milhares de pessoas estiveram presentes, entre elas: jovens, adultos, crianças e famílias inteiras. Para a Mc Yasmim moradora de Heliópolis o show teve um toque especial "Foi uma grande responsabilidade cantar no show do MC Kekel, que e

"Quero retribuir tudo que aprendi", diz Matheus Anjos ex-educando que hoje da oficinas de

Matheus Ribeiro dos Anjos, morador de Heliópolis, de 25 anos, é um ex-educando do Centro para Crianças e Adolescentes PAM (CCA-PAM), da UNAS, e hoje atua como educador na Biblioteca Comunitária de Heliópolis. “Foi uma trajetória de muita luta, porque estamos num contexto em que não se tem oportunidade, e aqui em Heliópolis eu tive, na educação, na cultura, nas artes” Quando criança, frequentava o CCA-PAM enquanto sua mãe trabalhava, e lá despertou seu interesse pelas artes. “Gostava de estar com as crianças, os educadores, nos encontros, nas festas, e foi tendo essa construção, desse amor. Onde estou hoje foi esse amor que me fez chegar”. Matheus montou um grupo de dança no CCA, com seu irmã

Qualidade, sabor e uma importante causa. Conheça o sorvete ÔSH

Gabriel Dimenstein não se acanha na hora de falar sobre os produtos da OSH. “É um sorvete que não deixa a dever a nenhum outro das grandes marcas”. A sigla quer dizer Oficina de Sorvete de Heliópolis, mas o nome também imita a interjeição “oxe” de origem nordestino, como grande parte da população de Heliópolis. A iniciativa une, essa pegada até um pouco lúdica, gastronomia e empreendedorismo social. A Oficina de Sorvete de Heliópolis é um projeto que ensina moradores a fabricarem e venderem a sobremesa gelada. A produção é voltada para um produto de alta qualidade, os sorvetes e picolés são feitos com ingredientes frescos e naturais, sem a utilização de pó ou massa artificiais. Os itens util

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